Este projeto está centrado no estudo da presença artística andaluza em territórios denominados periféricos da América hispânica; ou seja, Brasil e Estados Unidos. Com o primeiro deles, integrado à coroa portuguesa, dividem-se bases culturais com Espanha e com Andaluzia. Porém, além disso, temos um período de alto valor histórico-artístico (1580-1640) no qual ambas coroas estiveram unidas. No que se refere aos Estados Unidos, boa parte do território sul, da Flórida à Califórnia, fez parte da monarquia hispânica, com ocupação populacional e cultural variável ao longo da Idade Moderna, o que implicou na fundação de cidades, construções civis e religiosas e bens móveis para sua dotação. Já na época contemporânea, os Estados Unidos se tornaram principais receptores de obras de arte espanholas, seja mediante compra ou expólio, que serviriam para dotar seus museus; sem esquecer as arquiteturas emigradas. Parte desse patrimônio procede da Andaluzia.